domingo, 18 de agosto de 2013

O prazer de ser quem Sou

Quando penso em mim, vem em mente uma menina que caia de bicicleta, vivia com os joelhos "ralados", subia em árvores, era melhor amiga de um menino, Lennon (Não o John), cresceu um pouquinho foi pra escola, aprendeu a ler, escrever, sonhar... Sim, a escola lhe ensinou a ser alguém pensante, Bem... A menina cresceu mais um pouco, e se escondia das pessoas, achava nos livros uma saída, uma auto-ajuda, pois bem, enquanto todas as suas colegas "ficavam" ela foi ficando... Ficando esperta! O seu pensamento evoluiu, o seu conhecimento aumentou, enquanto o assunto da sala era "meninos" e "porque você não fica com ninguém?", ela escrevia sobre... Contava nas linhas de um caderno seus desamores, e amores ocultos, platônicos, que em sua mente NUNCA seriam correspondidos, Veja mais, essa menina cresceu mais um pouco, ainda lendo, aprendeu sobre moda, sobre pessoas, e sobre relacionamentos, sempre teve boa dicção, boa comunicação. Deixou de lado o rabo-de-cavalo e aderiu longos cabelos ao vento... Oh, ela virou sensação... E aqueles homens de seus desejos de menina, voltaram como expectadores, muitos querendo uma conversa... Porque ela era diferente seu andar era elegante, seus passos precisos e bem marcados, mas eles eram pra ela, muito pouco... Visto que ela precisava de algo mais... E foi então, que ela conheceu Rafael, seu conto de Mel, porque foi assim, um verdadeiro conto de fadas, a pesar pelo cavalo branco, que veio em forma de distancia, a mesma que destruiu o sonho, desmoronou o castelo, Ah quão cruel foi a vida, a dar mais lição a quem tanto havia aprendido com os livros... Pois é, nada como a prática de um saber desconhecido, ou melhor, lido. Ela precisava, contava com ajuda do tempo, e o tempo passou, mas a ferida não cicatrizou, doia, ah como doia, por diversas vezes ela se abria e sangrava,  Mas a mocinha sacudiu a poeira, limpou os panos brancos e voltou a dar luz ao seu caminho, voltou a ler... ESPERANÇA renascida!
O tempo começou a passar vagarosamente...E...
Confiou, aprendeu!
Desconfiou, aprendeu a sempre o fazer.



(continua...)

(Késya Gianne)

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